segunda-feira, 4 de julho de 2011

Kroonoms uma aventura sem fim ! A Menina perdida.




























Apenas uma degustação...

                      KROONOMS UMA AVENTURA SEM FIM!

                                        A MENINA PERDIDA.





Uma grande batalha se travou no mundo de Sentrium. O bem e o mal em uma guerra que durou dias. Névio o senhor da escuridão com seus seguidores e Terians Broocknous com seu exército de bruxos iluminados.
Névio em busca do cristal que é a grande fonte do poder de Sentrium declarou guerra contra o castelo de Kroonoms, pois é La que este cristal fica guardado e protegido. Ele chegou com sua tropa de seguidores e derrubou os portões do castelo, passando por cima de qualquer um que entrava em seu caminho, Terians furioso saiu com centenas de guardiões, instrutores e outros mais que poderiam lutar.
Esta batalha trouxe muita tristeza para o reino de Kroonoms, muitos morreram e ainda mais ficaram feridos.
Esta briga de nada adiantou para Névio, mais uma vês ele perdeu para Terians e furioso ele pegou para se uma menina, a filha dos senhores Nortan. Névio a lançou no portal que ligava Sentrium ao mundo dos humanos e o portal no mesmo instante desapareceu. Não foi só o portal que desapareceu, o senhor da escuridão também desaparecera e ninguém mais ouviu falar do mesmo. Mas Terians procurou pelo portal durante anos e um dia o encontrou e o reabriu. Ele partiu para o mundo dos humanos falando apenas com seu mais fiel guarda, o senhor Ziquita. E ao entrar no mundo dos humanos Terians iniciou uma jornada que aconteceu exatamente assim.

 Há muitos anos , um grande bruxo que vivia a uma distância de dois mundos daqui, resolve fazer uma visitinha ao nosso planeta. Este senhor de barbas e cabelos longos e brancos aparece do nada, no meio de um enorme passeio de areia. Seus olhos brilham de admiração, pois nenhum outro de seu mundo havia pisado em terras de homens antes. Era para ele, aquele, um dos melhores momentos de sua vida.
Observador, aquele velho bruxo fica admirado, nada do que via era comum, para ele, em seu mundo; pouca coisa se parece com as que ele via aqui. Este senhor, de nome estranho, foi nomeado o rei de KROONOMS. Seu nome é TERIANS BROOCKNOUS. Depois de muito passear e observar, ele avista, de longe, uma pequena choupana de homens, então ele começa a seguir naquela direção. Ao se aproximar da choupana, o senhor TERIANS BROOCKNOUS se espanta, pois era uma casa diferente, não tinha chaminé nem tão pouco um pé de Sereona (Sereona é uma árvore do mundo de Terians, cujas folhas servem de elixir, um elixir muito poderoso que triplica o poder de qualquer pequeno feiticeiro. Apesar de só os especialistas em porções saberem fazer esta porção, mesmo assim todas as casas têm uma arvore desta em seus jardins), mesmo assim ele segue em direção a casa e, querendo se informar de algo, bate a porta desconhecida da casa estranha, três batidas com seu cajado e de lá vem uma menina linda de olhos azuis e pele lisa como se fosse o rosto de uma princesa.
Ao vê-la, o senhor BROOCKNOUS faz uma pergunta:
— Filha, eu estou meio que perdido em seu mundo e preciso de alguém que me dê alguma informação. Como você parece ser ainda uma pequena criança, ainda inexperiente, me diga uma coisa: onde estão seus pais?
E assim ela responde:
— Desculpe senhor, mas não sou sua filha, e minha mãe está deitada, ela não anda bem de saúde. Desde que ela adoeceu e meu pai saiu de casa, sou eu a responsável por todas as coisas aqui em casa, faço comida, também lavo nossas roupas e faço todos os outros trabalhos de casa.
Espantado, o feiticeiro diz:
— Será que posso dar uma olhadinha em sua mãe para poder conversar com ela um pouco e saber se tem algo que eu possa fazer para poder ajudar ela no problema de saúde?
— Sim senhor, mas, por favor, não faça barulho, por causa do problema de saúde ela não aguenta o som forte, é como se sua cabeça fosse explodir de dor.
BROOCKNOUS entra e vê aquela senhora deitada em seu leito, quase que de morte, e muito curioso pergunta:
— Senhora, me desculpe a pergunta, mas o que a senhora tem?
— Sinto muito, mas não sei responder, meu esposo me abandonou ao saber que estava doente, me deixou sozinha com minha filha, saiu sem mesmo me dizer o que tenho, qual o meu problema de saúde.
— Mamãe, por favor, não fale do papai, ele te fez sofrer tanto que prefiro não ouvir dizer seu nome.
— Não digas isto menina, seu pai com certeza teve motivos para isto, estou certo de que ele não as abandonaria sem algum motivo, por pior que tenha sido este ele o teve, não o conheço, não conheço você e nem sua mãe, mas tenho certeza de que ele teve motivos.
— Sim, o senhor tem toda razão, mas ele não deveria ter feito isto com a gente, ter nos abandonado assim foi muita crueldade da parte dele, eu era quase um bebê e minha mãe uma mulher indefesa, somos duas damas isoladas de tudo e de todos.
— Senhora, me desculpe a pergunta, talvez a senhora não goste que pergunte, mas como se chama?
— O que é isto, senhor, não me importo, de maneira alguma, me chamo Madeli.
— Senhora Madeli, me responda uma coisa, a senhora me disse que seu esposo não disse o que tens, seu esposo a largou com sua filha sem dar nenhuma explicação, a senhora por acaso não deseja se curar e partir deste lugar para um lugar onde o problema não mora nem a tristeza chega por pequenos motivos?
— Claro, senhor, não imaginas o que é ficar nesta cama por todos estes dias sem saber nem mesmo o que tens para poder se tratar. Me curar e ir para longe daqui seria minha maior alegria neste momento, poder criar minha filha fora deste lugar e poder dar a ela uma vida muito melhor do que a que vivemos.
O bruxo pede licença e toca os pés de Madeli.
— Madeli, se eu lhe fizer uma proposta, será que a senhora aceitaria?
— Não sei, senhor, depende da proposta, se for algo que me ajude a colocar um fim nos problemas talvez eu o aceite, sim, e com o maior prazer.
— Se eu te der de presente a cura e o nome da doença que vem te incomodando todos estes dias, a senhora promete para mim que vai ficar feliz e voltará a sorrir para deixar sua filha feliz e poderem compartilhar juntas esta alegria?
— Acho de certa forma impossível o senhor me curar, mas já estou há tanto tempo nesta cama sem poder nem me levantar que toparia tudo para poder caminhar novamente por estas areias. Só achei estranho o senhor querer de mim apenas a minha felicidade e de minha filha.
— Não estranhe senhora, gosto de fazer o bem e de ver as pessoas sorrirem. Mas vamos deixar a conversa de lado e vamos tentar fazer algo pela senhora.
— Vamos, vamos sim.
— Esta pronta para se curar?
Diz o senhor BROOCKNOUS convencido no que vai fazer.
Certo no que está fazendo, pede que a mulher espere três anos luz (dois dias) para se levantar. Ela não entende nada, pois nunca havia ouvido falar em anos luz antes.
— Me desculpe, senhor, eu nunca ouvi falar nisto antes, será que o senhor poderia me explicar o que seria anos luz?
O mago explica com calma e bem explicado para que ela não venha a ter mais nenhuma dúvida sobre o dito.
— Anos luz para vocês são dois dias corridos, para mim e os outros do lugar de onde eu vim significa três semanas, quase que paradas. Não há mundo melhor que o meu, a senhora iria gostar muito de estar lá.
— Será que poderia explicar como é seu mundo para que possamos saber melhor do que o senhor está falando? Diz Madeli.
O mago começa a explicar com todos os detalhes a sua origem para aquelas duas damas ali presentes. Com muita calma e atenção ele diz e as deixa admiradas com tanta maravilha, apesar de, talvez, ser para ela um delírio dele.

— O meu mundo é um lugar lindo, tudo o que se pode desejar tem lá, animais que falam plantas que entendem o que dizemos, os unicórnios são reais e passeiam nos gramados do castelo. Aves rudes são nossos bichos de estimação, um lindo castelo de 120 quartos, vinte salas de tamanho enormes, um grande salão que caberia você e toda a sua família em todos, sem exceção. E uma torre com mais de cem metros de altura, é para lá que as crianças são levadas por seus pais e instrutores para aprenderem a conduzir uma vassoura bem na hora do voo.


 Além disso, tudo tem uma lagoa que ocuparia todo este mundo de areia que acabei de atravessar. Os dragões são tratados nas portas de casa, cobras tomam conta de nossas portas, cães são criatura muito dóceis e são eles quem organizam os livros de nossa biblioteca, e pode acreditar, até um sapo é instrutor de crianças em fase de aprendizado, ajudando-as a manusear melhor a magia que guardam em si.
Com tudo o que haviam ouvido do senhor Broocknous, as duas ali ficaram muito animadas e impressionadas, ao mesmo tempo, estavam até querendo ir embora para este lugar tão maravilhoso, mas Terians não poderia levar duas humanas para o mundo de Sentrium sem a permissão dos demais senhores do conselho de magia de Kroonoms, mesmo assim ele prometeu a elas que iria pensar com muito carinho na possibilidade de talvez levá-las com ele.
— Olha, senhora, infelizmente as coisas não são tão fáceis assim, nós temos algumas regras a serem seguidas, e uma delas é nunca deixar que entre um humano em nossas terras sem estrema necessidade, mas eu prometo a vocês que entrarei em contato com os demais senhores do castelo e tentaremos arrumar uma solução. Pode ficar calma, pensarei com muito carinho em seu pedido.
O bruxo se despede das duas, logo em seguida ele sai da casa e vai buscar algo de mais novo pelo caminho na esperança de encontrar algo realmente útil para seu mundo, afinal ele não estava ali simplesmente de passeio, estava atrás de algo que fora roubado de seu mundo há alguns anos, ele veio à procura de uma menina que havia sumido de seu mundo, mas pensava ser um pouco mais fácil encontrá-la, era só olhar a marca de nascença, ele sabia que, perto dali, teria algo que pertencia ao mundo dele, pois existe uma grande diferença entre os seres humanos e os seres mágicos, e Terians poderia sentir uma força crescente a cada passo que dava. Ele andou por várias horas, mas nada encontrava.
De repente, Terians se assusta, pois lá estava mais uma coisa que ele nunca teria visto, uma árvore, esta não tinha nada a ver com as árvores de seu mundo, a árvore não tinha entrada nenhuma, nem um portal, nenhuma entrada para nenhum outro mundo. Curioso, ele se senta ao pé da árvore e começa a pensar e a pesquisa-la.
— Este mundo é realmente estranho, esta árvore não tem nada, é como se a magia tivesse privado este mundo das maravilhas que o mundo carrega. Nem um portal, nem uma fruta mágica, nada que me possa impressionar se encontra aqui. O estranho mundo de Sentrium parece ter pegado para si tudo que poderia partilhar com as outras terras.
Mas, na verdade, bem no fundo, ele sabia que aquilo tudo era normal, pois magia só era real em seu mundo. Para os humanos, as pessoas com poderes mágicos eram nada mais que uma lenda para distrair as crianças.
Ele se senta e começa a meditar aos pés daquela árvore estranha e, depois de vários minutos meditando, entra em contato com alguém extremamente estranho para ele – quando isto acontece, Terians imediatamente fica nervoso com o acontecido.
— Quem ousa interromper a meditação de um bruxo? Não permito que entrem em minha mente assim sem minha permissão?
— Perdão, senhor, eu nunca imaginei que isto aconteceria, sempre que quero ver o que os outros estão pensando eu entro nas mentes deles e eles nunca perceberam. Mas como isto pode ser possível? Isto nunca tinha me acontecido antes.
— Quem é você? Onde você está?
— Estou em cima do senhor.
— Em cima de mim? Como assim em cima de mim? Não sinto você.
— Eu estou aqui na árvore, sentada, pensando nas coisas que vêm acontecendo em minha vida, tentando entender como estas coisas podem acontecer comigo se nunca ninguém falou nada sobre isto, porque será que a vida às vezes maltrata tanto assim uma pessoa ainda tão jovem como eu?
— Desça e vamos conversar talvez eu possa te dizer o que está acontecendo, e até mesmo te responder outras coisas das quais você tenha a curiosidade em saber. Juntos, poderíamos resolver as charadas que a vida lhe faz.
— Eu só queria ser normal. Para que poder fazer coisas diferentes acontecerem, se ninguém importa com o que você faz? Não querem nem saber como eu faço estas coisas, nem tampouco fazem elogios, apenas me xingam e criticam.
— Será que você pode me dizer pelo menos seu nome?
— Eu me chamo ERINA. E o senhor?
— Eu me chamo Terians, Terians Broocknous, e gostaria muito que você descesse desta arvore para podermos conversar.
A menina achou estranho o nome, mas não disse nada, afinal de contas, o nome dela também não era muito comum, poderia até mesmo se dizer estranho também.
Depois de muito conversarem, Broocknous, com muita dificuldade, consegue convencê-la a descer para poderem conversar melhor. Na verdade, ele estava muito curioso para poder vê-la de perto, frente a frente, e assim poder tirar todas as suas dúvidas sobre aquela criança tão especial, ela poderia até mesmo ser a menina perdida.
Assim a menina resolve descer, e Terians fica impressionado com o que vê, a beleza da menina era de tamanha grandeza, seus olhos admiravam aquele belo rosto de criança que brilhava em sua frente. Ela tinha uma beleza incomum, era uma linda menina de olhos negros, cabelos longos e escuros e um rostinho delicado o bastante para uma menina comum.
O bruxo então entra na mente da menina e descobre que ele não era o primeiro de seu mundo a pisar naquele chão quente e seco, um outro bruxo já tinha vindo ali antes, a menina tinha sido deixada dentro daquelas terras e não no portal, como o seu povo sempre acreditou que tivesse acontecido.
Broocknous pergunta para a menina qual era a o lugar onde ela morava, como se chamavam seus pais, e várias outras perguntas ao mesmo tempo, que a deixa confusa e perdida.
Sua mente ainda era muito jovem para pensar e responder tanta coisa ao mesmo tempo, sendo assim ela o pede que pergunte tudo novamente, e uma coisa de cada vez, para poder ajudá-la a responder.
— Senhor, me desculpe, mais eu não consigo me lembrar nem da primeira pergunta que o senhor me fez. Será que não dá para me perguntar uma coisa de cada vez? Eu teria o maior prazer em as responder, mas vamos com calma, não consigo me concentrar em tanta coisa assim ao mesmo tempo.
— Me desculpe, não foi minha intenção te deixar confusa, na verdade eu fiquei tão surpreso e confuso, ao mesmo tempo, com as coisas que vem acontecendo nas últimas horas, que acabei me descontrolando nas perguntas.
Broocknous tenta facilitar as coisas para a menina e, sem muito pensar, recomeça a sessão de perguntas, mas, desta vez, uma a uma.
— Está bem, vamos então começar tudo de novo. Primeiro, me digas onde você mora atualmente.
— Eu moro em uma casinha simples, não muito longe daqui, com uma senhora que me adotou. Não sei porque, mas tenho a suspeita de que ela não gosta muito de mim, mas, afinal, ela é a única pessoa que tenho, ela agora é minha mãe, a única mãe que eu conheço e, apesar de não me dar muito carinho, foi ela quem me criou desde que eu era apenas uma criancinha, de mais ou menos uns cinco anos, é ela quem vem cuidando de mim todos estes anos.
— Como se chamam seus pais, ou se você preferir como se chamam as pessoas que cuidaram e cuidam de você?
— Minha mãe se chama Sandra e meu pai se chamava Paulo, ele já faleceu há alguns anos. Sabe, senhor, eu gosto muito de minha mãe, mas não posso chamá-la de mãe, ela não deixa, disse que não gosta.
— Ainda a pouco, você me disse que fazia algumas coisas estranhas, que as outras pessoas a criticam, por estas coisas que faz. O que você faz de tão estranho assim para dar motivos a estas pessoas te desprezarem?
— É estranho e confuso para mim, às vezes faço algumas coisas que nem eu mesma sei explicar. Outro dia eu fui correr para pegar um pássaro que tinha caído e se ferido. Ele parecia estar aprendendo a voar e, com o tombo, se feriu, não conseguia nem se levantar, mas quando eu me aproximava do pássaro, um menino, que brincava ali perto, jogou uma pedra; e a pedra acertou o passarinho. Eu fiquei com tanta raiva daquilo que desejei profundamente que a pedra se voltasse contra o menino e acertasse as duas pernas dele. Na mesma hora a pedra flutuou e foi na direção dele; ele correu, mas a pedra o seguiu; e foi assim, até acertá-lo. Deste dia para cá todos me chamam de bruxa. Isso é muito ruim, ruim mesmo, pois as bruxas são pessoas más que só fazem mal às pessoas.
Terians contesta o que ela diz.
— Desculpe, mas as bruxas não são nada do que dizem os livros que você lê. São damas da magia, que ensinam e ajudam as pessoas que necessitam de socorro.
Terians Broocknous tinha certeza de que aquela menina era realmente o que ele procurava ali. Só faltava uma coisa para que ele tivesse toda a certeza. A menina teria uma manchinha de nascença no primeiro dedinho esquerdo do pé direito. Então, ele pede a menina que o deixe verificar se esta mancha existe. A menina, um pouco confusa, deixa que ele olhe.
— Deixe-me ver seu pé, menina.
— Para que, senhor?
— Por favor, tenho de ver se encontro uma coisinha, uma pequena marca de nascença, que poderá me dar certeza sobre o que estou pensando.
Na mesma hora, a menina se lembra de sua mancha e mostra ao velho bruxo.
— Tudo bem. Mas será que o senhor está falando desta pequena cicatriz no meu dedo?
Depois que ela mostrou o seu dedo com a mancha, Terians tira o resto de suas dúvidas, ele vê que aquela era realmente a menina que ele procurava, seus olhos enchem de lagrimas, a emoção é tão grande, que ele não consegue se conter, e chora sorrindo.
— Menina, arrume suas coisas que vamos partir deste lugar para um lugar maravilhoso, vou te levar para junto de seus pais biológicos.
— Mas como assim, senhor? Como partirei, deixando minha mãe assim?
— Este é um lugar mais que maravilhoso, é um lugar tão lindo e especial que você nunca vai querer sair de lá.
A menina acha tudo muito estranho e pede que ele se explique e faz uma pergunta.
— Desculpe, mas só saio daqui depois que o senhor me disser tudo, não conheço o senhor direito, o senhor disse que me daria algumas respostas. Por que estas coisas acontecem comigo?
— Está bem, mas vai demorar, é uma historia longa, muito longa.
E Terians começa a contar tudo o que sabia, e podia, para a jovem Erina.
— Bem, menina, tudo começou há centenas de anos atrás, com a construção de um castelo maravilhoso. Nosso mundo tinha um castelo de instrução para bruxos – ou pode também ser chamado de escola. Era este uma castelo, muito lindo, porém muito mal, em que os instrutores eram ruins o bastante para nos ensinar a fazer tudo de mal possível, não tinham pena de nada nem de ninguém, se tivessem de se vingar de alguma coisa ou alguém, não pensariam duas vezes antes de fazê-lo.
Certa instrutora, que ensinava para pequenos futuros bruxos o significado de feitiço, não gostava muito das doutrinas do castelo, nem tão pouco de ter que fazer o que exigiam dela. Ela tinha que ser mal e cruel. Um dia, ela começou a reunir bruxos e bruxas, que pensavam como ela, para começarem uma nova construção. Muitos bruxos se reuniram em uma só força, em um só pensamento, e esta bruxa, chamada Ornia Tirenium, ficou muito feliz, pois iriam poder livrar aquelas pequenas crianças, que eles instruem de coisas piores, pois o maior sonho dela sempre foi poder parar de fazer coisas ruins, como as que tinha de fazer por causa das leis do castelo, os bruxos da época deviam passar apenas uma sensação de que eles eram maus.
Assim ela conseguiu juntar vários senhores da magia para começarem esta nova jornada em nosso mundo. Todos começaram a trabalhar juntos para que esta construção ficasse pronta o mais rápido possível e, quando menos esperavam, lá estava o castelo mais perfeito que eles já tinham visto. Seguindo a esta união, eles deram ao castelo o nome de “A Casa de Kroonoms”.
Este castelo por centenas de anos tem sido a morada e a casa de aprendizagem de bruxos e bruxas de todo o mundo de Sentrium.
Nosso mundo hoje tem de tudo o que você precisa para ser feliz e se divertir, é um lugar maravilhoso, porém às vezes perigoso, existem coisas que você não pode fazer lá, mas isto ficará para depois, outra hora falaremos sobre isto.

Certa vez, um bruxo do castelo, onde trabalhávamos e morávamos, o Castelo da Fênix Negra, roubou uma de nossas crianças e jurou ter lançado-a no mundo dos humanos, assustados e com muito ódio de Névio, todo o castelo entrou em guerra contra este bruxo. Muitos morreram, pois o bruxo era muito mais forte que cinco de nós juntos. Durante aquele momento de guerra, em que não sabíamos se iríamos vencer ou morrer todos ali mesmo, apareceu do nada um cavaleiro vestido com uma roupa negra e uma toca cobrindo todo o seu rosto. Este desconhecido lançou sobre Névio um feitiço o qual eu nem imaginava que existia. Este feiticeiro fez com que Névio desaparecesse no meio daquela batalha, algo estranho para nós, além de não termos consciência daquele feitiço, o terrível bruxo das trevas, com um só golpe de uma varinha mágica, fora destruído. Depois de livrar nosso mundo daquele mal o estranho, o mascarado novamente desapareceu, todos nós queríamos saber quem era aquele poderoso bruxo que destruiu o terrível mal que nos aterrorizava, mas estávamos tão felizes com a morte dele que nem nos preocupamos em procurar o misterioso da máscara, afinal de contas se ele sumiu é porque não queria ser visto, mas só que com a morte do temido senhor da escuridão o portal que ligava nosso mundo ao que você mora desapareceu também. Por anos tentamos encontrar esse portal. Diziam que era inútil procurar, mas eu achei e, agora, estou aqui, de frente a menina que fora roubada de nossos domínios. E é isto ai, você é uma bruxa Erina, uma verdadeira bruxa e não aquelas que você lê nas histórias dos livros.

Para dar sequencia a esta magnifica aventura, continuem acompanhando Kroonoms uma Aventura Sem Fim!
São diversas historias e aventuras diferentes. Em breve Lançamento do primeiro exemplar.

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7 comentários:

Fabio Santos de Oliveira disse...

aguardo os comentários de todos os leitores para avaliar o aceitamento de meu livro.

Anônimo disse...

exelente texto, com certeza terá futuro, aguardo a publicaçao para comprar um. parabens fabio

Anônimo disse...

Bom, eu adorei ler este prólogo desta grande obra, eu particularmente não vejo a hora de poder ler a série completa. meus sinceros Parabéns...Realmente é um texto magnífico!!! Parabéns Fabinho, usufrua sempre deste seu dom da escrita!Abraços!
(Gênesis Alvarenga)

Fabio Santos de Oliveira disse...

obrigado gênesis. me esforçarei o máximo para levar a você e aos demais leitores o melhor conteúdo de minhas historias.

ELYS NATURA disse...

nossa se fosse uma serie seria muito legal, concerteza ia assistir..

Anônimo disse...

Exelente texto com certeza!!! Após ler este prólogo tenho certeza q será uma grande obra!!! Parabéns...

Fabio Santos de Oliveira disse...

obrigado a todos voces!!!!!!